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Matemática.
Ela pode não nos ensinar como respirar oxigênio e exalar o dióxido de carbono. Ou a amar um amigo e perdoar um inimigo. Até pode não nos ajudar a encontrar um caminho para o nosso único e verdadeiro amor. Mas ela nos dá todos os motivos para acreditar que todo problema tem uma solução, mesmo que a gente não consiga ou não queira encontrá-la. Sempre tem uma resposta.
If a great wave shall fall and fall upon us all then I hope there's someone out there who can bring me back to you ♫

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defectiv-e:

Procurei teu número na minha agenda telefônica, não achei. Então fui atrás da sua amiga, aquela que também gostava muito de mim… Pois bem, pedi o seu endereço para ela. Juntei algumas economias, coloquei algumas roupas em minha mochila e parti em sua busca. Em busca do filho da puta que destruiu à minha vida. Foram horas dentro daquele ônibus barulhento e desconfortável. Mal consegui dormir por causa das estradas mal feitas, com seus buracos e pedras. Estava tão nervosa e estupidamente me perguntava que diabos estava fazendo ali, indo em caminho para alguém que nem eu mesma sei se existe. Devo estar louca. Depois de horas sem dormir, sem comer direito, horas só pensando como seria o tal encontro, se é que teria algum encontro. Espero que eu não tenha vindo em vão, esse era o meu pensamento, ao caminhar rapidamente pelas ruas, em busca do endereço em minhas mãos. Ao chegar ao lugar, meus pés fincaram no chão, minha boca ficou seca juntamente me deixando sem voz, meu coração só faltava sair pela minha boca em direção à ele. Respirei fundo e bati palmas. As palmas ecoavam em minha cabeça, fazendo surgir uma dor de cabeça insuportável. Uma mulher de idade mais ou menos me atendeu, reconheci ela, a mãe dele, minha sogra, ex sogra… Lhe expliquei que estava atrás de seu filho e disse também quem era. E para minha surpresa ela sabia quem eu era. Fiquei instalada no quarto ao lado do dele, comi algo que a mulher me ofereceu e entrei de fininho no quarto dele. Pude sentir o seu cheiro, toquei em sua cama, nas suas roupas. Afinal, ele era real. Deixei um sorriso brotar em meus lábios e uma lágrima teimosa escorrer pelo meu rosto, eu estava feliz. Ele chegaria provavelmente á noite. Por isso fiquei o dia todo ajudando a mãe dele na casa, não que fosse alguma obrigação e sim, porque eu queria, afinal, eu estava na casa dela, deles… Logo escureceu e decidi dar uma volta até a praça que no qual ele tanto falava, era perto de sua casa, apenas alguns minutos. Me arrumei e caminhei até lá, com os olhos ao redor e observando tudo que acontecia perto de mim. Tinha muitas pessoas, som alto e bebidas. Peguei apenas um copo de cerveja, e fiquei ali o procurando naquela multidão. E eu o encontrei. Com uma loira, com um corpo bem bonito, mas seu rosto não era tudo aquilo. Estavam aos beijos, me senti mal, uma intrusa e fora de órbita. Eu não devia estar ali. Não daquele modo. Ele pareceu olhar dentro de meus olhos e perceber algo, ou até mesmo me reconhecer, ilusão, era óbvio que ele não iria me reconhecer. Deixei meu copo cair e sai correndo em direção à casa dele. Casa dele. Que irônico. Me esconder no único lugar que de certo modo é o pior lugar no momento. Entrei sem fazer barulho algum, não queria dar dor de cabeça para ninguém. Os pais dele e sua irmã foram uns amores comigo, me acolhendo aqui e eu não podia abusar mais de sua bondade. Arrumei minhas coisas e só iria esperar amanhecer para ir embora. O quanto mais rápido eu fosse, melhor. Só que eu não esperava que no meio da madrugada alguém fosse invadir “meu” quarto.
- O que você está fazendo aqui? - Abri meus olhos rapidamente, me agarrando ao lençol que me cobria o corpo. Respirei fundo e não respondi. - Eu te vi, lá na praça, como me achou? Como veio parar aqui? E por quê? 
- Se quiser, eu vou embora agora. - disse me levantando da cama, sem perceber que estava com um pijama curto e que lhe fez soltar um sorrisinho maroto. Safado, como sempre. 
- Mel… Por favor. O que veio fazer aqui? - perguntou se aproximando e se sentando na beirada da cama. 
- Eu quis, quis te ver Pedro. Meu deus, eu sei que é uma loucura enorme. Ainda mais aparecer do nada aqui na sua casa, me instalar aqui como se eu já fosse uma antiga amiga da família, me desculpa. Eu não tinha esse direto… - Eu não parava mais de falar e só percebi que ele estava perto de mim, quando senti sua mão em meu rosto. 
Olhei para o seu rosto, tentando o enxergar no escuro. Acendi o abajur que tinha ali na cabeceira da cama, a luz era fraca e dava para ver perfeitamente o rosto dele. O rosto que eu via nas fotos, que eu sonhava, que eu amava. Estava ali na minha frente, poucos centímetros de mim, eu o encontrei, finalmente. Sorri para ele e foi tão involuntário que ele retribuiu, ainda fazendo carinho em meu rosto, que já estava começando a ficar vermelho. Não que desse de se ver. 
- Você fala demais. - disse ele, como antes. 
- Você já me disse isso, um dia. - o lembrei. 
- Agora é diferente. Você está aqui, neném. 
Antes que eu pudesse respondê-lo, ele grudou seus lábios nos meus, sentindo pela primeira vez o gosto dos lábios dele, sentindo o calor do corpo dele, sentindo ele. Agarrei em seus cabelos curtos, e arranhando levemente sua nuca. Como eu sonhei com esse beijo, como eu sonhei com cada toque. Ele foi me deitando lentamente na cama, beijando meu pescoço, minha barriga, meus lábios novamente e sussurrando em meu ouvido que eu era dele e sempre fui. No momento eu esqueci de todas as brigas que tivemos, de todos os términos, das ofensas, de todas as coisas ruins. Só me concentrei nele e em mim, em nós. Naquele nosso momento que foi tão aguardado por ambos, eu estava sendo dele finalmente, de verdade pelo menos. Mesmo que eu nunca mais o visse, eu poderia afirmar que eu fui dele, assim como ele foi meu. Não importa se dure o nosso para sempre ou que seja apenas hoje, eu estou feliz. É isso que importa não é mesmo? Assim que nos amamos, eu repousava em seu peito nu. 
Sábado, 5:47 da manhã. 
- Vai fazer o que amanhã? 
- Vou ir embora. 
- Vai sair da minha vida tão rápido assim? 
- Você já fez isso comigo também, esqueceu? 
- Quer discutir sobre isso? 
- Não… Agora não. 
- Então para de falar e me beija. 
- Você quer que eu fique aqui? 
- Quero.
- E se eu não quiser?
- Eu te amarro nessa cama, te algemo, mas embora para longe de mim você não vai, nunca mais. 
- Eu te amo.
- Eu te amo mais.
- Não, eu amo bem mais neném. Melissa Barbosa (defectiv-e)

defectiv-e:

Procurei teu número na minha agenda telefônica, não achei. Então fui atrás da sua amiga, aquela que também gostava muito de mim… Pois bem, pedi o seu endereço para ela. Juntei algumas economias, coloquei algumas roupas em minha mochila e parti em sua busca. Em busca do filho da puta que destruiu à minha vida. Foram horas dentro daquele ônibus barulhento e desconfortável. Mal consegui dormir por causa das estradas mal feitas, com seus buracos e pedras. Estava tão nervosa e estupidamente me perguntava que diabos estava fazendo ali, indo em caminho para alguém que nem eu mesma sei se existe. Devo estar louca. Depois de horas sem dormir, sem comer direito, horas só pensando como seria o tal encontro, se é que teria algum encontro. Espero que eu não tenha vindo em vão, esse era o meu pensamento, ao caminhar rapidamente pelas ruas, em busca do endereço em minhas mãos. Ao chegar ao lugar, meus pés fincaram no chão, minha boca ficou seca juntamente me deixando sem voz, meu coração só faltava sair pela minha boca em direção à ele. Respirei fundo e bati palmas. As palmas ecoavam em minha cabeça, fazendo surgir uma dor de cabeça insuportável. Uma mulher de idade mais ou menos me atendeu, reconheci ela, a mãe dele, minha sogra, ex sogra… Lhe expliquei que estava atrás de seu filho e disse também quem era. E para minha surpresa ela sabia quem eu era. Fiquei instalada no quarto ao lado do dele, comi algo que a mulher me ofereceu e entrei de fininho no quarto dele. Pude sentir o seu cheiro, toquei em sua cama, nas suas roupas. Afinal, ele era real. Deixei um sorriso brotar em meus lábios e uma lágrima teimosa escorrer pelo meu rosto, eu estava feliz. Ele chegaria provavelmente á noite. Por isso fiquei o dia todo ajudando a mãe dele na casa, não que fosse alguma obrigação e sim, porque eu queria, afinal, eu estava na casa dela, deles… Logo escureceu e decidi dar uma volta até a praça que no qual ele tanto falava, era perto de sua casa, apenas alguns minutos. Me arrumei e caminhei até lá, com os olhos ao redor e observando tudo que acontecia perto de mim. Tinha muitas pessoas, som alto e bebidas. Peguei apenas um copo de cerveja, e fiquei ali o procurando naquela multidão. E eu o encontrei. Com uma loira, com um corpo bem bonito, mas seu rosto não era tudo aquilo. Estavam aos beijos, me senti mal, uma intrusa e fora de órbita. Eu não devia estar ali. Não daquele modo. Ele pareceu olhar dentro de meus olhos e perceber algo, ou até mesmo me reconhecer, ilusão, era óbvio que ele não iria me reconhecer. Deixei meu copo cair e sai correndo em direção à casa dele. Casa dele. Que irônico. Me esconder no único lugar que de certo modo é o pior lugar no momento. Entrei sem fazer barulho algum, não queria dar dor de cabeça para ninguém. Os pais dele e sua irmã foram uns amores comigo, me acolhendo aqui e eu não podia abusar mais de sua bondade. Arrumei minhas coisas e só iria esperar amanhecer para ir embora. O quanto mais rápido eu fosse, melhor. Só que eu não esperava que no meio da madrugada alguém fosse invadir “meu” quarto.

- O que você está fazendo aqui? - Abri meus olhos rapidamente, me agarrando ao lençol que me cobria o corpo. Respirei fundo e não respondi. - Eu te vi, lá na praça, como me achou? Como veio parar aqui? E por quê? 

- Se quiser, eu vou embora agora. - disse me levantando da cama, sem perceber que estava com um pijama curto e que lhe fez soltar um sorrisinho maroto. Safado, como sempre.

- Mel… Por favor. O que veio fazer aqui? - perguntou se aproximando e se sentando na beirada da cama. 

- Eu quis, quis te ver Pedro. Meu deus, eu sei que é uma loucura enorme. Ainda mais aparecer do nada aqui na sua casa, me instalar aqui como se eu já fosse uma antiga amiga da família, me desculpa. Eu não tinha esse direto… - Eu não parava mais de falar e só percebi que ele estava perto de mim, quando senti sua mão em meu rosto. 

Olhei para o seu rosto, tentando o enxergar no escuro. Acendi o abajur que tinha ali na cabeceira da cama, a luz era fraca e dava para ver perfeitamente o rosto dele. O rosto que eu via nas fotos, que eu sonhava, que eu amava. Estava ali na minha frente, poucos centímetros de mim, eu o encontrei, finalmente. Sorri para ele e foi tão involuntário que ele retribuiu, ainda fazendo carinho em meu rosto, que já estava começando a ficar vermelho. Não que desse de se ver. 

- Você fala demais. - disse ele, como antes. 

- Você já me disse isso, um dia. - o lembrei. 

- Agora é diferente. Você está aqui, neném. 

Antes que eu pudesse respondê-lo, ele grudou seus lábios nos meus, sentindo pela primeira vez o gosto dos lábios dele, sentindo o calor do corpo dele, sentindo ele. Agarrei em seus cabelos curtos, e arranhando levemente sua nuca. Como eu sonhei com esse beijo, como eu sonhei com cada toque. Ele foi me deitando lentamente na cama, beijando meu pescoço, minha barriga, meus lábios novamente e sussurrando em meu ouvido que eu era dele e sempre fui. No momento eu esqueci de todas as brigas que tivemos, de todos os términos, das ofensas, de todas as coisas ruins. Só me concentrei nele e em mim, em nós. Naquele nosso momento que foi tão aguardado por ambos, eu estava sendo dele finalmente, de verdade pelo menos. Mesmo que eu nunca mais o visse, eu poderia afirmar que eu fui dele, assim como ele foi meu. Não importa se dure o nosso para sempre ou que seja apenas hoje, eu estou feliz. É isso que importa não é mesmo? Assim que nos amamos, eu repousava em seu peito nu. 

Sábado, 5:47 da manhã. 

- Vai fazer o que amanhã? 

- Vou ir embora. 

- Vai sair da minha vida tão rápido assim? 

- Você já fez isso comigo também, esqueceu? 

- Quer discutir sobre isso? 

- Não… Agora não. 

- Então para de falar e me beija. 

- Você quer que eu fique aqui? 

- Quero.

- E se eu não quiser?

- Eu te amarro nessa cama, te algemo, mas embora para longe de mim você não vai, nunca mais. 

- Eu te amo.

- Eu te amo mais.

- Não, eu amo bem mais neném. Melissa Barbosa (defectiv-e)

(via omeninoprogramado)

fake-l0ve:

“Quem nunca disse que o amor só existe para os loucos ? Quem nunca falou “não acredito no amor, isso não é pra mim” e no final, acabou se apaixonando ? Conheci um casal assim, como todos os outros tudo começou com uma grande amizade. Eles eram totalmente diferentes, era um casal quase impossível, quem olhava pros dois sempre dizia “Como pode ser tão diferente e tão completos ?” Eles se entendiam, ele gostava de noitadas e ela ficava em casa, esperando por uma única ligação ou talvez por uma carta surpresa jogada embaixo da porta ou até mesmo na caixinha do correio, o celular vibrava, o coração disparava e ela sempre pensava que era ele, mas se enganava, ele só lembrava quando queria alguém pra brincar. Mas a história não começa ai, tudo começou no jardim de infância. - Mario, Mario, Mario, Mario. – Disse ela, com aquela voz de criança mimada - Diga menina insuportável – falou enquanto estava deitado em seu colo, naquela casinha que diziam que era deles - Não sou insuportável, seu chato – emburrou-se e cruzou os braços - Estou brincando, desculpa – Levantou-se e a abraçou de lado - Sai daqui, seu idiota. – Disse irritada e empurrando-o para longe.Quem diria que tão novos poderiam brigar daquela forma ? Eles sempre foram perfeitos e ao mesmo tempo tão imperfeitos, tão sem noções, tão inocentes, mal sabiam que naquele dia iria crescer um sentimento, uma promessa, a primeira promessa que iriam cumprir. - Sai daqui idiota. – Disse imitando e deixando-a mais irritada ainda – Fala o que você quer ? Falou tanto meu nome e não terminou de falar - Suspirou e disse: - Me promete uma coisa ? – disse olhando-o e logo desviou os olhos para baixo, como quem não quer nada, como quem sabia que aquela simples brincadeira de criança ia mudar o resto da vida de ambos - O que ? – Disse olhando-a com aqueles olhos castanho escuro e foi aproximando-se.- Promete pra mim que quando a gente crescer, vamos casar e ter filhos ? Vamos ter uma casa igual à essa ? Só que bem grande e mais bonita ? – Seus olhos claros e inocentes estava com um brilho diferente, um sorriso tomava conta do seus lábios - Eu prometo, vamos ter dois filhos e nossa casa vai ser igual esse, só que maior e mais bonita, você sempre será minha gordinha, a única. – Pegou em sua mão e encostou os lábios em sua testa. Logo conseguia ouvir uma voz gritando, era a monitora a procura de ambos, eles saíram de mãos dadas daquela casinha, pegaram as mochilas e foram cada um pra perto da sua mãe. - Tchau, se cuida Melissa. – Disse ele com um sorriso no rosto - Tchau. – Acenou com a mão e entrou no carro.O que eles não sabiam é que aquele dia era o ultimo da escola,logo vinha as férias de dezembro e ela iria mudar de cidade. Como eram crianças não foi tão difícil se separar, anos se passaram. Ele fazia faculdade de mecânica e ela fazia de letras, depois daquele ano nunca mais se viram, conversavam por mensagens de textos ou cartas, tantos anos se passaram e por mais que não existisse um contato físico, existia um contato sentimental, é como se a alma de ambos estivessem juntas a muito tempo, é como se a ligação fosse de outras vidas. Um certo dia, ela foi até sua caixa de correio, como ia todas as manhãs e lá tinha uma carta. “Mel, meu amor. Como você esta ? Tenho tanta coisa pra te contar, me desculpe por ficar todo esse tempo sem mandar mensagens ou as cartas, é que a faculdade estava tomando todo meu tempo e também estou um pouco ocupado com as noites, festas da universidade, você sabe né ? Tudo isso tira o tempo de qualquer um, mas eu estou lhe escrevendo mesmo para lhe dizer que estou me formando no sábado que vem e queria muito que você estivesse aqui comigo. Sei que faz anos que não nos vemos, eu não sei como você está e talvez nem te reconheça, já que preferiu não me mostrar nenhuma foto, você continua baixinha ? Você ainda tem aquele cheiro de neném ? E seus olhos, ainda tem aquele brilho ? Você deve estar uma mulher, como eu estou, um homem ou quase lá, como diz minha mãe. Fiquei sabendo que vai publicar seu primeiro livro, fico tão feliz por isso sabia ? Vou ser o primeiro a comprar e como você vai vir pra cá, eu quero um autografo e um dedicatória, tudo bem ? Mas falando sério, eu ficaria feliz se você pudesse vir me ver, gostaria de te ver na primeira fila, gostaria de te ver levantando-se e me aplaudindo e precisamos fazer aqueles filhos, lembra da promessa ? É pra ser cumprida, eu não esqueci e nunca vou me esquecer. Se cuida, meu amor.          Com carinho, seu eterno Gordinho.” E o quer seria aquilo ? O amor batendo na porta e implorando pra entrar ? Mas ela sempre acreditou que o amor era para os loucos, será que ela estaria ficando louca ? Aquilo só podia ser alucinação, escrever sobre amor já estava mexendo com sua cabeça. Passou a noite toda fazendo rascunhos, tentando dar uma resposta aquela carta, foram folhas e mais folhas amassadas e jogadas pelo chão da sala, o sol já estava acordando quando ela foi se deitar. Passou a semana toda na ansiedade de revê-lo, o final de semana chegou, passagens em uma mão e na outra uma mala de rodinhas, ela entrou no avião e foi-se embora. Agora não poderia mais se arrepender e nem voltar atrás, passaram-se horas dentro daquele avião, seu coração parecia que ia sair pra fora, suas mãos soavam e não era medo de altura, o medo era de vê-lo, de sentir algo a mais, de fazer renascer aquele amor. - Mel. – Estava de costas para ele, mas quando ouviu seu nome, reconheceu aquela voz, era a voz dele. Ela se assustou, seus olhos se encheram de lágrimas e então se virou, deixou a única mala ali mesmo e correu na direção dos seus braços, aquele abraço era único, o abraço tão desejado, tão esperado, não poderia ser melhor. Ficaram ali por vários e vários minutos. Ele estava com um cheiro de cigarro insuportável que se misturava com o cheiro doce de perfume, parecia que tinham voltado à quase 20 anos atrás, voltado naquele último abraço de quando ainda éramos crianças. Ainda ser tirar os braços de volta de seu pescoço, sussurrou no ouvido dele. - Como é bom te ver de volta gordinho - ela não pode conter o sorriso que se formou em seus lábios, era um sorriso de felicidade, fazia anos que não sorria daquele jeito. -Você está linda, como sempre, deu uma evoluida hein - Falou com uma risada gostosa no ouvido dela, lhe causando arrepios no corpo inteiro. - Você também não está nada mal - o respondeu se afastando do abraço e lhe olhando de baixo para cima. Os olhos dela pararam no rosto dele, estava tão mudado. Aquele menininho que implicava comigo no jardim de infância havia crescido e se tornando num homem de verdade, com braços fortes, barba por fazer, cabelo um pouco bagunçado. Um belo homem, exatamente ou bem melhor do que ela havia imaginado e sonhado todas as noites. E o pensamento dele também não foi muito diferente do dela, ele estava encantado com a mudança dela… Ainda continuava menor que ele, só que os cabelos estavam mais curtos e claros, seus olhos continuavam com o mesmo brilho de como ele se lembrava. E aquele sorriso dela, encantador. O sorriso dele nem se fale, fazia ela suspirar por dentro já que por fora não poderia demonstrar tudo aquilo e dessa vez ambos tinham certeza de que o amor existia, de que aquela brincadeira não foi só uma brincadeira qualquer, serviu para encaixa-los um ao outro, para mostrar que haveriam mulheres na vida dele e homens na vida dela mas que no final o destino dos dois estavam traçados, os caminhos cruzados e nada, nada que pudesse acontecer iria separa-los, nada. A noite de formatura passou, ela estava orgulhosa por vê-lo ali, recebendo seu diploma e ele estava feliz por vê-la ali, aplaudindo-o e sorrindo, como sempre sonharam. Eles estavam saindo sorridentes da faculdade, quando Mario puxou ela pelo braço fazendo-a colar em seu corpo, suas respirações ficaram aceleradas e ele procurou sedento pelos lábios macios dela, ao tocá-los á sensação de senti-los pela primeira vez os fizeram acelerar ainda mais o primeiro beijo deles e fazendo o clima entre eles esquentar. Ele imprensou-a entre os armários e desceu seus lábios até seu pescoço, mordendo-o de leve e deixando uma leve marca. Subiu sua boca novamente e voltou á beijá-la com vontade, as pernas dela já estavam em torno da cintura dele. Os dois esperaram isso á muito tempo. Para não serem pegos no flagra eles pararam de se beijar e foram para o estacionamento, onde estava o carro dele. Trancaram as portas e fecharam os vidros. Ambos sorriram um para o outro e foram para o banco de trás, tiraram suas roupas rapidamente e foi o momento mais mágico e especial que já tiveram um suas vidas. Foi a primeira vez de amor dos dois, um amor que podia se ver de longe, que pela primeira vez eles se uniram formando apenas um, sendo o que eles sempre foram, apenas um. É isso que o amor verdadeiro faz, une as pessoas e as torna melhores. Não os fazendo ver dois enamorados e sim, apenas um. quela noite não foi a única, vieram várias e várias noites de amor, e aquela promessa ? Os dois filhos e a casa ? Eles cumpriram isso, tinha noites que ele chegava embriagado dentro de casa e ela ao invés de mata-lo, apenas cuidava. Ela se tornou uma grande escritora, escreveu vários livros, as vezes depois de uma noite de amor, ela ia pra frente do computador, só de calcinha e a camisa dele, sentava ali ao lado de uma xícara de café e ficava escrevendo, enquanto ele ia dormir, pro outro dia acordar cedo e ir trabalhar. Eles brigavam ao ponto de quebrar a casa toda e no outro dia ter que ir comprar todas as coisas novamente, mas se amavam ao ponto de não viver sem, não viver longe. Ele foi um jovem que curtiu toda sua vida, passou a vida toda vadiando, podia ter todas as mulheres que queria, cada noite era uma diferente mas com o tempo ele foi amadurecendo e viu que a única mulher que ele queria pro resto da vida, foi aquela que mesmo longe nunca deixou aquele sentimento morrer, mesmo distante nunca desistiu dele e o aceitou com todos os defeitos e as qualidades, o amou do jeito que ele sempre foi, ele agora entendia o por que de nunca ter levado nenhuma á serio, pois a única que ele iria levar a vida estava preparando para entregar. A distancia não atrapalhou, os anos sem se tocarem e nem se verem nunca foi nada perto do bem que eles sentiam ao se falar mesmo sendo por mensagens ou cartas.06 de maio de 2012, 3:15hrs. - Vem pra cama amor - Pediu ele, assim que percebeu que ela estava acordada escrevendo. - Volta a dormir amor, é cedo ainda - respondeu ela se virando e lhe mandando um beijo. - Não, quero você aqui gordinha - falou ele se levantou apenas de cueca box e indo em direção á ela, que já sorria. - Tá frio. - Deixa eu te esquentar - disse levantando-a para a cama no colo. - Pega a coberta. - Não precisamos de coberta, temos calor humano. - Pega a coberta amor. - Ok - resmungou e os cobriu com a coberta até ficar escuro. - Não consigo te ver. - Assim é excitante, vem cá - disse ela mordendo o lábio inferior dele. - Gostosa. - Me chupa. - Assim, tão rápido? - A romântica aqui era eu né? - perguntou entre risos. - Pra que romantismo né? -Você já mostra teu romantismo assim que acorda. - Sério? - Sim, ao me ver toda descabelada, com bafo, sem maquiagem e ainda diz que me ama. - Eu te amo. - Eu te amo mais. - Vamos discutir ou fazer algo melhor? - Fazer algo melhor. - Então vem cá, mostra que ainda tem pegada e consegue dar conta do recado. - Sempre vou dar, você sabe. - Sei meu gostoso, agora vem logo vai. - Grossa. - Grosso. - Tá, quietos né? - É…Quietos. - Te amo. - Eu também te amo, pra sempre gordo. E assim eram todas as noites, eles discutiam até mesmo na hora de fazer amor, eles queriam se matar e matariam aos outros se chegassem perto de ambos. Quem via a relação de longe dizia que eram loucos, mas não eram, eles era completos apenas isso, eles fazia o amor renascer a cada amanhecer, eles eram os imperfeitos mais perfeitos, os incompletos mais completos, eles eram eles e ninguém precisava se meter ou tentar entender, o quanto eles se amavam só eles sabiam e era pra sempre. Ele o gordinho dela e ela a gordinha dele, um amor de outra vida e que por mais que eles vivessem mais vidas ainda, continuariam se amando e se matando, o amor que existiam entre eles eram impossível de se explicar, os dois, somente os dois sabiam o que se passava naquela relação de ódio e amor.Amanda marzura (fake-l0ve) -  and - Melissa Barbosa (defectiv-e)

fake-l0ve:

“Quem nunca disse que o amor só existe para os loucos ? Quem nunca falou “não acredito no amor, isso não é pra mim” e no final, acabou se apaixonando ? Conheci um casal assim, como todos os outros tudo começou com uma grande amizade. Eles eram totalmente diferentes, era um casal quase impossível, quem olhava pros dois sempre dizia “Como pode ser tão diferente e tão completos ?” Eles se entendiam, ele gostava de noitadas e ela ficava em casa, esperando por uma única ligação ou talvez por uma carta surpresa jogada embaixo da porta ou até mesmo na caixinha do correio, o celular vibrava, o coração disparava e ela sempre pensava que era ele, mas se enganava, ele só lembrava quando queria alguém pra brincar. Mas a história não começa ai, tudo começou no jardim de infância.
- Mario, Mario, Mario, Mario. – Disse ela, com aquela voz de criança mimada
- Diga menina insuportável – falou enquanto estava deitado em seu colo, naquela casinha que diziam que era deles
- Não sou insuportável, seu chato – emburrou-se e cruzou os braços
- Estou brincando, desculpa – Levantou-se e a abraçou de lado
- Sai daqui, seu idiota. – Disse irritada e empurrando-o para longe.
Quem diria que tão novos poderiam brigar daquela forma ? Eles sempre foram perfeitos e ao mesmo tempo tão imperfeitos, tão sem noções, tão inocentes, mal sabiam que naquele dia iria crescer um sentimento, uma promessa, a primeira promessa que iriam cumprir.
- Sai daqui idiota. – Disse imitando e deixando-a mais irritada ainda
– Fala o que você quer ? Falou tanto meu nome e não terminou de falar
- Suspirou e disse:
- Me promete uma coisa ? – disse olhando-o e logo desviou os olhos para baixo, como quem não quer nada, como quem sabia que aquela simples brincadeira de criança ia mudar o resto da vida de ambos
- O que ? – Disse olhando-a com aqueles olhos castanho escuro e foi aproximando-se.
- Promete pra mim que quando a gente crescer, vamos casar e ter filhos ? Vamos ter uma casa igual à essa ? Só que bem grande e mais bonita ? – Seus olhos claros e inocentes estava com um brilho diferente, um sorriso tomava conta do seus lábios
- Eu prometo, vamos ter dois filhos e nossa casa vai ser igual esse, só que maior e mais bonita, você sempre será minha gordinha, a única. – Pegou em sua mão e encostou os lábios em sua testa.
Logo conseguia ouvir uma voz gritando, era a monitora a procura de ambos, eles saíram de mãos dadas daquela casinha, pegaram as mochilas e foram cada um pra perto da sua mãe.
- Tchau, se cuida Melissa. – Disse ele com um sorriso no rosto
- Tchau. – Acenou com a mão e entrou no carro.
O que eles não sabiam é que aquele dia era o ultimo da escola,logo vinha as férias de dezembro e ela iria mudar de cidade. Como eram crianças não foi tão difícil se separar, anos se passaram. Ele fazia faculdade de mecânica e ela fazia de letras, depois daquele ano nunca mais se viram, conversavam por mensagens de textos ou cartas, tantos anos se passaram e por mais que não existisse um contato físico, existia um contato sentimental, é como se a alma de ambos estivessem juntas a muito tempo, é como se a ligação fosse de outras vidas. Um certo dia, ela foi até sua caixa de correio, como ia todas as manhãs e lá tinha uma carta.

Mel, meu amor. Como você esta ? Tenho tanta coisa pra te contar, me desculpe por ficar todo esse tempo sem mandar mensagens ou as cartas, é que a faculdade estava tomando todo meu tempo e também estou um pouco ocupado com as noites, festas da universidade, você sabe né ? Tudo isso tira o tempo de qualquer um, mas eu estou lhe escrevendo mesmo para lhe dizer que estou me formando no sábado que vem e queria muito que você estivesse aqui comigo. Sei que faz anos que não nos vemos, eu não sei como você está e talvez nem te reconheça, já que preferiu não me mostrar nenhuma foto, você continua baixinha ? Você ainda tem aquele cheiro de neném ? E seus olhos, ainda tem aquele brilho ? Você deve estar uma mulher, como eu estou, um homem ou quase lá, como diz minha mãe. Fiquei sabendo que vai publicar seu primeiro livro, fico tão feliz por isso sabia ? Vou ser o primeiro a comprar e como você vai vir pra cá, eu quero um autografo e um dedicatória, tudo bem ? Mas falando sério, eu ficaria feliz se você pudesse vir me ver, gostaria de te ver na primeira fila, gostaria de te ver levantando-se e me aplaudindo e precisamos fazer aqueles filhos, lembra da promessa ? É pra ser cumprida, eu não esqueci e nunca vou me esquecer. Se cuida, meu amor.
         Com carinho, seu eterno Gordinho.”
E o quer seria aquilo ? O amor batendo na porta e implorando pra entrar ? Mas ela sempre acreditou que o amor era para os loucos, será que ela estaria ficando louca ? Aquilo só podia ser alucinação, escrever sobre amor já estava mexendo com sua cabeça. Passou a noite toda fazendo rascunhos, tentando dar uma resposta aquela carta, foram folhas e mais folhas amassadas e jogadas pelo chão da sala, o sol já estava acordando quando ela foi se deitar. Passou a semana toda na ansiedade de revê-lo, o final de semana chegou, passagens em uma mão e na outra uma mala de rodinhas, ela entrou no avião e foi-se embora. Agora não poderia mais se arrepender e nem voltar atrás, passaram-se horas dentro daquele avião, seu coração parecia que ia sair pra fora, suas mãos soavam e não era medo de altura, o medo era de vê-lo, de sentir algo a mais, de fazer renascer aquele amor.
- Mel. – Estava de costas para ele, mas quando ouviu seu nome, reconheceu aquela voz, era a voz dele.
Ela se assustou, seus olhos se encheram de lágrimas e então se virou, deixou a única mala ali mesmo e correu na direção dos seus braços, aquele abraço era único, o abraço tão desejado, tão esperado, não poderia ser melhor. Ficaram ali por vários e vários minutos. Ele estava com um cheiro de cigarro insuportável que se misturava com o cheiro doce de perfume, parecia que tinham voltado à quase 20 anos atrás, voltado naquele último abraço de quando ainda éramos crianças. Ainda ser tirar os braços de volta de seu pescoço, sussurrou no ouvido dele.
- Como é bom te ver de volta gordinho - ela não pode conter o sorriso que se formou em seus lábios, era um sorriso de felicidade, fazia anos que não sorria daquele jeito.
-Você está linda, como sempre, deu uma evoluida hein - Falou com uma risada gostosa no ouvido dela, lhe causando arrepios no corpo inteiro.
- Você também não está nada mal - o respondeu se afastando do abraço e lhe olhando de baixo para cima. Os olhos dela pararam no rosto dele, estava tão mudado. Aquele menininho que implicava comigo no jardim de infância havia crescido e se tornando num homem de verdade, com braços fortes, barba por fazer, cabelo um pouco bagunçado. Um belo homem, exatamente ou bem melhor do que ela havia imaginado e sonhado todas as noites. E o pensamento dele também não foi muito diferente do dela, ele estava encantado com a mudança dela… Ainda continuava menor que ele, só que os cabelos estavam mais curtos e claros, seus olhos continuavam com o mesmo brilho de como ele se lembrava. E aquele sorriso dela, encantador. O sorriso dele nem se fale, fazia ela suspirar por dentro já que por fora não poderia demonstrar tudo aquilo e dessa vez ambos tinham certeza de que o amor existia, de que aquela brincadeira não foi só uma brincadeira qualquer, serviu para encaixa-los um ao outro, para mostrar que haveriam mulheres na vida dele e homens na vida dela mas que no final o destino dos dois estavam traçados, os caminhos cruzados e nada, nada que pudesse acontecer iria separa-los, nada. A noite de formatura passou, ela estava orgulhosa por vê-lo ali, recebendo seu diploma e ele estava feliz por vê-la ali, aplaudindo-o e sorrindo, como sempre sonharam. Eles estavam saindo sorridentes da faculdade, quando Mario puxou ela pelo braço fazendo-a colar em seu corpo, suas respirações ficaram aceleradas e ele procurou sedento pelos lábios macios dela, ao tocá-los á sensação de senti-los pela primeira vez os fizeram acelerar ainda mais o primeiro beijo deles e fazendo o clima entre eles esquentar. Ele imprensou-a entre os armários e desceu seus lábios até seu pescoço, mordendo-o de leve e deixando uma leve marca. Subiu sua boca novamente e voltou á beijá-la com vontade, as pernas dela já estavam em torno da cintura dele. Os dois esperaram isso á muito tempo. Para não serem pegos no flagra eles pararam de se beijar e foram para o estacionamento, onde estava o carro dele. Trancaram as portas e fecharam os vidros. Ambos sorriram um para o outro e foram para o banco de trás, tiraram suas roupas rapidamente e foi o momento mais mágico e especial que já tiveram um suas vidas. Foi a primeira vez de amor dos dois, um amor que podia se ver de longe, que pela primeira vez eles se uniram formando apenas um, sendo o que eles sempre foram, apenas um. É isso que o amor verdadeiro faz, une as pessoas e as torna melhores. Não os fazendo ver dois enamorados e sim, apenas um. quela noite não foi a única, vieram várias e várias noites de amor, e aquela promessa ? Os dois filhos e a casa ? Eles cumpriram isso, tinha noites que ele chegava embriagado dentro de casa e ela ao invés de mata-lo, apenas cuidava. Ela se tornou uma grande escritora, escreveu vários livros, as vezes depois de uma noite de amor, ela ia pra frente do computador, só de calcinha e a camisa dele, sentava ali ao lado de uma xícara de café e ficava escrevendo, enquanto ele ia dormir, pro outro dia acordar cedo e ir trabalhar. Eles brigavam ao ponto de quebrar a casa toda e no outro dia ter que ir comprar todas as coisas novamente, mas se amavam ao ponto de não viver sem, não viver longe. Ele foi um jovem que curtiu toda sua vida, passou a vida toda vadiando, podia ter todas as mulheres que queria, cada noite era uma diferente mas com o tempo ele foi amadurecendo e viu que a única mulher que ele queria pro resto da vida, foi aquela que mesmo longe nunca deixou aquele sentimento morrer, mesmo distante nunca desistiu dele e o aceitou com todos os defeitos e as qualidades, o amou do jeito que ele sempre foi, ele agora entendia o por que de nunca ter levado nenhuma á serio, pois a única que ele iria levar a vida estava preparando para entregar. A distancia não atrapalhou, os anos sem se tocarem e nem se verem nunca foi nada perto do bem que eles sentiam ao se falar mesmo sendo por mensagens ou cartas.
06 de maio de 2012, 3:15hrs.
- Vem pra cama amor - Pediu ele, assim que percebeu que ela estava acordada escrevendo.
- Volta a dormir amor, é cedo ainda - respondeu ela se virando e lhe mandando um beijo
. - Não, quero você aqui gordinha - falou ele se levantou apenas de cueca box e indo em direção á ela, que já sorria.
- Tá frio.
- Deixa eu te esquentar - disse levantando-a para a cama no colo.
- Pega a coberta.
- Não precisamos de coberta, temos calor humano.
- Pega a coberta amor.
- Ok - resmungou e os cobriu com a coberta até ficar escuro.
- Não consigo te ver.
- Assim é excitante, vem cá - disse ela mordendo o lábio inferior dele.
- Gostosa.
- Me chupa.
- Assim, tão rápido? 
- A romântica aqui era eu né? - perguntou entre risos.
- Pra que romantismo né?
-Você já mostra teu romantismo assim que acorda.
- Sério?
- Sim, ao me ver toda descabelada, com bafo, sem maquiagem e ainda diz que me ama.
- Eu te amo.
- Eu te amo mais.
- Vamos discutir ou fazer algo melhor?
- Fazer algo melhor.
- Então vem cá, mostra que ainda tem pegada e consegue dar conta do recado.
- Sempre vou dar, você sabe.
- Sei meu gostoso, agora vem logo vai.
- Grossa.
- Grosso.
- Tá, quietos né?
- É…Quietos.
- Te amo.
- Eu também te amo, pra sempre gordo.
E assim eram todas as noites, eles discutiam até mesmo na hora de fazer amor, eles queriam se matar e matariam aos outros se chegassem perto de ambos. Quem via a relação de longe dizia que eram loucos, mas não eram, eles era completos apenas isso, eles fazia o amor renascer a cada amanhecer, eles eram os imperfeitos mais perfeitos, os incompletos mais completos, eles eram eles e ninguém precisava se meter ou tentar entender, o quanto eles se amavam só eles sabiam e era pra sempre. Ele o gordinho dela e ela a gordinha dele, um amor de outra vida e que por mais que eles vivessem mais vidas ainda, continuariam se amando e se matando, o amor que existiam entre eles eram impossível de se explicar, os dois, somente os dois sabiam o que se passava naquela relação de ódio e amor.
Amanda marzura (fake-l0ve) -  and - Melissa Barbosa (
defectiv-e)

(via omeninoprogramado)

Dar chiclete para um amigo é como negociar drogas : você não viu nada, você não ouviu nada, e você não ganhou isso de mim.

(Source: overdose-poetica, via maisumnasociedade)

Prefiro ser anti-social do que fingir que gosto das pessoas.

(Source: h-ypnoze, via maisumnasociedade)


- Alto demais? – disse o rapaz para a jovem que olhava para cima, observando cada centímetro da torre – Moça? - Oi! Desculpa, eu estava distraída. - Te desculpo, se você me disser o porquê de tanta distração?- Como por quê? É lindo.- Obrigado – ele sorriu.- A torre – ela respondeu.- Eu sei… Quero saber, onde?- Ai moço, para de ser frio. Paris, a torre, a altura, tem tudo haver com a filosofia das coisas, da vida. - Da suas coisas e da tua vida, se for! Ela se irritou, porque queria que ele concordasse.- Você já subiu lá?- Não.- Deveria!…A sensação é única. É como se tudo fosse teu inclusive o céu. E se você pode alcançar o céu, você é capaz de alcançar teus sonhos. Tudo aquilo que quiser. Você é livre, é capaz…- Bonita tua filosofia.- E qual a tua?- Porque você acha que eu tenho uma?- Todo mundo tem! Pode ser a mais sem sentido do mundo, mas todos têm uma.  Ele ficou quieto, pensando no que diria.- Vamos moço, me surpreenda.Ele se aproximou e beijo-a. 
A moça ficou paralisada, como se tivesse tomado um calmante. Ela não reagiu e deixou acontecer.- Beijar desconhecida é a tua filosofia?- A minha filosofia é fazer o que eu quiser. Eu quis te beijar, então lhe beijei.Ela apenas sorriu intrigada…
(Denis)

- Alto demais? – disse o rapaz para a jovem que olhava para cima, observando cada centímetro da torre – Moça?
- Oi! Desculpa, eu estava distraída.
 - Te desculpo, se você me disser o porquê de tanta distração?
- Como por quê? É lindo.
- Obrigado – ele sorriu.
- A torre – ela respondeu.
- Eu sei… Quero saber, onde?
- Ai moço, para de ser frio. Paris, a torre, a altura, tem tudo haver com a filosofia das coisas, da vida.
- Da suas coisas e da tua vida, se for!

Ela se irritou, porque queria que ele concordasse.

- Você já subiu lá?
- Não.
- Deveria!…A sensação é única. É como se tudo fosse teu inclusive o céu. E se você pode alcançar o céu, você é capaz de alcançar teus sonhos. Tudo aquilo que quiser. Você é livre, é capaz…
- Bonita tua filosofia.
- E qual a tua?
- Porque você acha que eu tenho uma?
- Todo mundo tem! Pode ser a mais sem sentido do mundo, mas todos têm uma.
 
Ele ficou quieto, pensando no que diria.
- Vamos moço, me surpreenda.

Ele se aproximou e beijo-a.

A moça ficou paralisada, como se tivesse tomado um calmante. Ela não reagiu e deixou acontecer.
- Beijar desconhecida é a tua filosofia?
- A minha filosofia é fazer o que eu quiser. Eu quis te beijar, então lhe beijei.

Ela apenas sorriu intrigada…

(Denis)

(via ddenis)

Hoje eu acordei na esperança de que o Sol brilhasse diferente. Mas não houve diferença alguma.. Hoje eu acordei querendo sorrir, mas não houve colaboração para isso.. Hoje eu acordei implorando pra que a saudade fosse embora, mas ela permaneceu.. Hoje eu acordei com uma vontade de falar com você, mas não tive coragem.. Espero que amanhã, eu possa acordar sem medo. Espero que amanhã, eu possa acordar com um sorriso de verdade nos lábios, um brilho diferente no olhar, e um coração sem dor (…) Assim eu espero. Na verdade, sem muitas esperanças.
averiguar  (via verborragias)

(Source: ventaniadenovembro, via verborragias)

Chegou tarde… Já me cortaram em pedaços faz tempo, eu que insisto em me colar como uma criança que ainda não passou pela pré-escola.
— Camila Costa. (via prisioneiro-da-morte)

(Source: camilacosta, via prisioneiro-da-morte)

Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama
William Shakespeare (via rockandsoda)

(Source: verdadesdegaroto, via rockandsoda)